Um motociclista aparecia no túmulo da minha esposa toda semana, e eu não fazia ideia de quem ele era.

“Eu desabei”, disse ele. “A mulher que salvou minha filha havia partido. E eu nunca pude agradecê-la.”

Então ele começou a ir ao túmulo dela. Todo sábado. Para contar a ela sobre Kaylee.

“Ela tem dezesseis anos agora”, disse ele. “Estudante exemplar. Ela quer ser médica. Ela é voluntária no hospital infantil. Ela está viva porque sua esposa doou 40 mil dólares para um desconhecido.” Ele estava chorando. Porque se lembrava.

Quinze anos atrás, tínhamos economizado US$ 40.000 para reformar a cozinha. Sarah disse que tinha gasto tudo em "algo importante". Discutimos. Eu a acusei de ser imprudente. Ela disse: "Um dia você vai entender".

Eu nunca entendi. Até agora.

"Desculpe por ter vindo sem me apresentar", disse Mike. "Eu só precisava que ela soubesse que era importante."

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Ele se levantou. "Se isso te incomoda, eu paro de vir."

"Não", eu disse. "Por favor, continue vindo. Ela gostaria disso."

"Sua esposa foi uma das pessoas mais gentis que já conheci. E eu só falei com ela por cinco minutos. Isso diz tudo."

Ele foi embora. Eu fiquei. Disse a Sarah que sentia muito. Disse a ela que finalmente entendia.

No sábado seguinte, levei duas cadeiras de jardim. Mike já estava lá…

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