Proteja o futuro deles: 10 coisas que os médicos dizem que você nunca deve dar aos seus filhos para ajudar a prevenir o câncer
Luke viveu apenas 17 dias após ser diagnosticado com Glioma Pontino Intrínseco Difuso (DIPG) — um câncer cerebral pediátrico incrivelmente raro e agressivo que atualmente oferece uma taxa de sobrevivência próxima de zero. Sua família enlutada declarou abertamente que seu filho foi "roubado deles" e agora se dedica à importante missão de conscientizar e arrecadar fundos vitais para descobrir a cura para o DIPG. Garrett enfrentou bravamente sua própria batalha contra um câncer infantil raro por dez meses angustiantes. Ele tinha plena consciência de sua doença e escreveu seu próprio obituário comovente, pedindo um funeral que fosse uma festa. Seus pais, com o coração partido, honraram seu desejo, realizando uma vibrante celebração de sua vida com pula-pula, raspadinhas e um enterro único inspirado nos Asgardianos, no filme Thor.
A verdade simples e profunda que devemos aceitar é que os pais de crianças como Luke e Garrett não fizeram absolutamente nada de errado. A triste realidade é que o câncer costuma ser indiscriminado e resulta de mutações genéticas espontâneas. Embora não possamos controlar totalmente se um diagnóstico ocorrerá, os profissionais da saúde concordam que existem medidas específicas, práticas e de grande impacto que os pais podem tomar para minimizar os riscos potenciais, principalmente em relação à dieta, ao ambiente e à exposição de seus filhos a carcinógenos conhecidos. Crianças em fase de crescimento possuem uma sensibilidade maior a diversas toxinas e substâncias químicas em comparação aos adultos; seus corpos são pequenos, estão em rápido desenvolvimento e têm sistemas imunológicos imaturos. Portanto, é crucial tomar decisões diárias e conscientes que melhor protejam sua saúde e bem-estar a longo prazo.
I. Riscos Alimentares e de Consumo: Eliminando Carcinógenos
Os médicos recomendam que os pais façam um esforço consciente para eliminar ou reduzir drasticamente o consumo de alimentos e bebidas específicos que contenham compostos ou ingredientes conhecidos como carcinogênicos de alto risco ou que promovam condições que favorecem o câncer (como inflamação crônica).
1. Carnes Altamente Processadas (Salsichas, Cachorros-Quentes e Bacon)
O risco associado às carnes processadas não é teórico; Está comprovado cientificamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou oficialmente as carnes processadas — incluindo presunto, bacon, salame e salsichas — como carcinógenos do Grupo 1, o que significa que existem evidências científicas convincentes e suficientes de que esses produtos causam câncer, principalmente de acordo com relatórios do Conselho do Câncer.
O Culpado Químico: Esses alimentos contêm nitratos e nitritos, que são comumente usados como conservantes e para fixação de cor. Quando ingeridos e processados pelo corpo, sabe-se que esses compostos se transformam em compostos N-nitrosos (NOCs), que são carcinogênicos, principalmente no cólon.
Vulnerabilidade Infantil: Como o sistema digestivo e a microbiota intestinal de uma criança ainda estão em desenvolvimento, elas são muito mais vulneráveis aos efeitos cumulativos e danosos dessas transformações carcinogênicas do que adultos.
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