Sinais de alerta: dor ou sensação de peso nas panturrilhas, inchaço unilateral, calor localizado.
Como reduzir o risco: Mantenha-se hidratado, caminhe um pouco a cada 60 a 90 minutos, use meias de compressão graduada, escolha um assento no corredor e pergunte se precisa de profilaxia caso esteja tomando anticoagulantes ou tenha histórico de doença cardíaca.
2) Estresse cardiopulmonar devido à altitude, pressão da cabine e condições climáticas extremas.
O que acontece? Cabines pressurizadas equivalem a uma altitude de 1.800 a 2.400 metros; há menos oxigênio por respiração. Calor, umidade ou frio extremos exigem ajustes rápidos do coração e dos pulmões.
Sinais de alerta: falta de ar incomum, aperto no peito, tontura, palpitações, tornozelos inchados.
Como reduzir o risco: Escolha destinos com climas temperados, faça viagens mais curtas, use um oxímetro de pulso portátil se tiver DPOC/insuficiência cardíaca e planeje com seu cardiologista ou pneumologista antes de voos longos. 3) Infecções mais graves devido à imunossenescência
O que acontece: Com a idade, o sistema imunológico responde mais lentamente; novos patógenos, ar condicionado e fontes de água locais aumentam o risco de doenças respiratórias ou gastrointestinais.
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