A capacidade das células cancerígenas de "hibernar" e resistir à quimioterapia representa um desafio significativo para o tratamento do câncer. Compreender como essas células conseguem entrar e permanecer nesse estado nos permite desenvolver novas estratégias terapêuticas que combinam a quimioterapia convencional com tratamentos que previnem a formação de células persistentes. Embora essas abordagens ainda estejam em desenvolvimento, representam um caminho promissor para melhorar as taxas de sucesso do tratamento do câncer e reduzir o risco de recorrência.
Novos estudos mostram uma ligação entre o uso de cigarros eletrônicos e danos cerebrais, danos pulmonares e artérias menores.