Decidi testar meu marido e contei para ele.

Embora ambos trabalhássemos e contribuíssemos quase igualmente para o orçamento doméstico, ele gostava de repetir que era ele quem sustentava a família. Havia um certo orgulho patriarcal nisso, talvez incutido por sua mãe, uma mulher antiquada. Foi então que tive a ideia.
E se eu testasse a reação dele? E se eu lhe contasse que não tinha sido promovida, mas sim demitida? Queria ver como ele reagiria: será que me apoiaria neste momento difícil? E depois, ao ver sua genuína compaixão e apoio, admitir que era uma brincadeira e que, na verdade, tinha uma grande notícia. Provavelmente não foi a decisão mais inteligente da minha parte. Mesquinha, até mesmo estúpida.
Mas eu queria ter certeza de que meu marido ainda estaria ao meu lado, que estaria disposto a me apoiar em qualquer situação, como prometeu no altar. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Quando cheguei em casa, encontrei Anton em frente ao laptop...
"Fui demitido." Sua reação foi completamente diferente do que eu esperava. Em vez de compaixão e apoio, seu rosto se contorceu de raiva.
Ele fechou o laptop com força e pulou do sofá.

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