– Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
– Histórico familiar de certas síndromes hereditárias
É importante saber que nem todas as pessoas com esses fatores de risco desenvolverão a doença, mas é útil estar ciente deles para manter os cuidados preventivos adequados.
2. Sinais clínicos e como o diagnóstico é feito
Um dos sinais mais comuns que leva à busca por atendimento médico é o sangramento uterino anormal. Isso pode variar dependendo da fase da vida.
Alterações no sangramento: Em mulheres na pós-menopausa, qualquer episódio de sangramento justifica uma avaliação médica, pois não faz parte do processo normal. Em mulheres mais jovens, pode se apresentar como sangramento irregular, mais intenso ou anormal.
Avaliação e exames
O processo diagnóstico para câncer uterino geralmente inclui:
– Ultrassonografia, para avaliar a espessura endometrial.
– Biópsia endometrial ou procedimentos de amostragem, que permitem a análise do tecido e a confirmação de anormalidades.
É importante compreender que esses exames devem ser realizados por profissionais treinados e auxiliar na definição da conduta mais adequada.
3. Opções de Tratamento
O tratamento sempre dependerá do estágio da doença, do estado geral de saúde da paciente e da recomendação da equipe médica.
As principais opções incluem:
- Tratamento Cirúrgico
Na presença dessa doença, a opção mais comum é a histerectomia, cirurgia que envolve a remoção do útero. Em alguns casos, as trompas de Falópio e os ovários também são removidos, dependendo da avaliação do especialista.
- Terapias Complementares
Dependendo das necessidades individuais, incluindo a idade da paciente, tratamentos adicionais como radioterapia, quimioterapia ou terapia hormonal podem ser considerados.
Observe que este conteúdo tem caráter informativo e educacional e jamais substituirá uma avaliação médica.