A Ligação de Emergência do Milionário: A Descoberta de um Pai

Silêncio. Então a voz de Eleanor ficou gélida. “Ela é uma mentirosa. Crianças inventam coisas para chamar a atenção.” “Ela tem hematomas em formato de dedos nos braços”, acrescentou Julian. “Eu a segurei para que não caísse. Isso basta. O que você quer? Levar minha filha?” O policial Grant estava anotando cada palavra.

O Dr. Hale retornou: não havia fraturas, mas a infecção era grave. Ela precisava ficar no hospital por pelo menos 48 horas. “Ela deveria ter recebido tratamento nas primeiras 24 horas”, disse o médico à polícia. Ao ouvir “polícia” ao telefone, o tom de Eleanor mudou. “Polícia? Vocês estão loucos. Estou indo, e vocês vão se arrepender.” Ela desligou.

Julian pensou que o pior já havia passado. Estava enganado. Voltou para casa para procurar roupas limpas para Lily. Remexendo em uma mochila escondida no fundo do armário, encontrou dois passaportes — o de Eleanor e o de Lily — e um itinerário impresso: uma viagem só de ida para Madri, com partida na manhã seguinte. Debaixo das passagens, havia um bilhete escrito à mão por Eleanor: “Se você disser uma palavra, seu pai se foi para sempre. Se você falar, eu te levo para um lugar onde ele não possa nos encontrar.”

Seis meses depois, as costas de Lily estavam completamente curadas. Num domingo no parque, ela balançava no ar. “Papai... Mamãe disse que adultos só acreditam em outros adultos.” Julian a empurrou delicadamente. "Os adultos acreditam nas crianças quando elas pedem ajuda." Lily sorriu, balançando-se mais alto. "Então... estou realmente segura?" "Sim, Lily", disse Julian, observando-a voar para longe. "Você está segura."

Uma Liga de Emergência Milionária: A Descoberta de um Pai

"Papai... Mamãe teve um imprevisto, mas você me avisou que ela te contou, pois as coisas precisam ser feitas com urgência. Por favor, me ajude... meus custos são muito altos."

A voz de Lily Cross, de sete anos, era quase inaudível em seu quarto de tons pastel, em um dos bairros mais ricos da cidade. Julian Cross acabara de voltar de uma importante viagem de negócios a Tóquio. Sua bagagem ainda estava na entrada, e ele estava pronto para abraçar o filho. No entanto, ao entrar, ele só conseguiu vislumbrar Eleanor Vance, sua ex-esposa, descendo as escadas correndo.

"Há uma emergência no salão de cabeleireiro", disparou Eleanor, evitando contato visual. Ela ignorou a apresentação dele, desconsiderou suas perguntas e saiu de casa tão deprimida que Julian não teve chance de perguntar como tinha sido sua semana cuidando dela. Seu comportamento é frenético ou ela entra em pânico imediatamente.

Ele a levou até o quarto de Lily e bateu levemente na porta. "Princesa, cheguei. Venha aqui, dê um abraço no papai." "Aqui estou", ela respondeu com voz monótona. Ela permaneceu imóvel na cama.

Julian entrou e a encontrou sentada na beirada do colchão, de frente para a parede, enrolada em uma camiseta grande demais para seu pequeno corpo. Sua postura estava estranhamente curvada.

"O que foi, querida?", perguntou ele, aproximando-se. Lily se levantou com uma lentidão agonizante, movendo-se rigidamente. Ela se virou para ele. Quando Julian estendeu a mão para abraçá-la, ela soltou um grito agudo. "Ai, papai! Não seja forte... você está me batendo."

Julian entrou em pânico. "Onde dói?" "Minhas costas... isso já dura dias. Mamãe diz que foi um acidente, mas eu não consigo entender."

O estômago de Julian revirou. Ele olhou para os próprios olhos. "Você pode me contar a verdade, Lily? Eu estou aqui." Era difícil respirar. "Mamãe disse que ia te contar... que ia contar para todo mundo que você era um mentiroso. Ela disse que você ia acreditar nela porque os adultos sempre se apoiam."

Julian sentiu um aperto na espinha. Pegou as mãozinhas dela nas suas. "Eu acredito em você... Sempre. Me conta o que aconteceu."

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