A Ligação de Emergência do Milionário: A Descoberta de um Pai

A Ligação de Emergência do Milionário: A Descoberta de um Pai

"Papai... Mamãe fez uma coisa ruim, mas me avisou que se eu contasse para você, as coisas piorariam muito. Por favor, me ajude... minhas costas doem muito."

A voz de Lily Cross, de sete anos, era quase inaudível em seu quarto de cores pastel, em um dos bairros mais ricos da cidade. Julian Cross acabara de chegar de uma importante viagem de negócios a Tóquio. Sua bagagem ainda estava na entrada, e ele estava pronto para abraçar a filha. No entanto, ao entrar, ele só conseguiu vislumbrar Eleanor Vance, sua ex-esposa, descendo as escadas correndo.

"Tenho uma emergência no salão de cabeleireiro", disparou Eleanor, evitando contato visual. Ela ignorou seu cumprimento, desconsiderou suas perguntas e saiu de casa tão depressa que Julian não teve chance de perguntar como tinha sido sua semana de guarda. Seu comportamento frenético o encheu imediatamente de pavor.

Ele subiu até o quarto de Lily e bateu suavemente na porta. "Princesa, cheguei. Vem cá, dá um abraço no papai." "Aqui estou", respondeu ela em tom monótono. Ela permaneceu imóvel na cama.

Julian entrou e a encontrou sentada na beirada do colchão, de costas para a parede, enrolada em uma camiseta muito grande para seu pequeno corpo. Sua postura estava estranhamente curvada.

"O que foi, querida?", perguntou ele, aproximando-se. Lily se levantou com uma lentidão agonizante, movendo-se com rigidez. Ela se virou para ele. Quando Julian estendeu a mão para abraçá-la, ela soltou um grito agudo. "Ai, papai! Não tão forte... você está me machucando."

Julian se afastou, apavorado. "Onde dói?" "Minhas costas... estão doendo há dias. Mamãe diz que foi um acidente, mas eu não consigo deitar aí."

O estômago de Julian revirou. Ele se ajoelhou para olhar em seus olhos. "Você pode me contar a verdade, Lily. Eu estou aqui." A garotinha respirava com dificuldade. “Mamãe disse que se eu te contasse… ela diria para todo mundo que eu sou mentirosa. Ela disse que você acreditaria nela porque os adultos sempre se apoiam.”

Julian sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Pegou as mãozinhas dela nas suas. “Eu acredito em você… Sempre. Me conta o que aconteceu.”

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